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Mansão Villa Hilda recebe exposição de obras contemporâneas de João Moro

Artista plástico retorna para apresentar nova fase artística

A Mansão Villa Hilda, por meio do trabalho da Prefeitura de Ponta Grossa e Fundação Municipal de Cultura, recebe a partir desta quinta-feira, 15 de outubro, a exposição ‘Impressões’, do pintor, escultor e gravador João Moro. O coquetel de abertura, com a presença do artista, acontece a partir das 19h, com entrada gratuita. Na mostra estão reunidas cerca de 100 obras, entre esculturas, instalações e objetos em cerâmica, divididas pelas áreas interna e externa da casa.

João Moro explica que a exposição apresenta as diversas matrizes usadas para dar forma às obras. Na série estão as espetaculares caixas espelhadas, que refletem os antigos escritos tipográficos reproduzidos nas pedras, códigos que encantam o artista. “Já os cilindros, em cerâmica, lembram pergaminhos que continham os velhos oráculos, com uma impressão própria e única”, descreve.

A mostra vai contar também com as esculturas tridimensionais e contemporâneas de outra série do artista, a ‘União com formas limpas’, que representam o encontro. O artista preparou ainda uma escultura especial para o espaço, como uma forma de agradecer aos ponta-grossenses pela forma calorosa que acolheu sua família, que ainda vive na cidade. Esta é a terceira exposição individual de João Moro em Ponta Grossa, depois de mais de 20 anos.

“É importante perceber a qualidade da manufatura artística de João Moro. Tudo é muito bem feito”, afirma o cronista de arte João Henrique do Amaral. Segundo ele, o escultor é um homem apaixonado. “Sua extensa curiosidade e desmedido interesse em desvendar o porquê das coisas e pessoas o fazem frenético”, diz. “É um motivo de honra para a cidade receber uma exposição deste grande artista paranaense após 20 anos. As obras são belíssimas e possuem uma profundidade que toca nossa alma pelo seu contraste entre o histórico e o contemporâneo”, afirma a chefe da Seção de Artes Visuais da Fundação Municipal de Cultura e curadora do espaço, Mariângela Digiovanni. 

‘Impressões’ fica aberta à visitação até o dia 13 de novembro, de segunda a sexta-feira, das 13h30 às 18h30. Visitas no período da manhã e visitas em grupos podem ser agendadas pelo telefone 3901-1209. A entrada é gratuita.

 

João Moro

João Moro nasceu em Pato Branco e, aos três anos, se mudou com a família para Ponta Grossa, onde morou até 1980. Nesse ano, mudou-se para Curitiba para estudar Desenho e Pintura na Faculdade de Música e Belas Artes do Paraná. A partir daí passou a viver exclusivamente para a arte. Dos anos 80 até metade dos anos 90, João Moro já tinha criado a própria identidade artística. Suas obras se destacam pelas belas esculturas e grandes painéis em relevo.

O artista já realizou cerca de 30 exposições individuais e ganhou vários prêmios, como a 8ª Mostra Nacional de Gravura, em 1988. Participou também de mais de 35 mostras e salões de arte, entre eles, o ‘The Internacional Independent Exhibition off Prints’, em Kanagawa, no Japão, de 1989 a 1990.

Moro ainda esteve presente em mais de 150 exposições coletivas, foi professor de artes por 10 anos e tem obras por todo o país, como no Museu Municipal de Arte e a Casa da Memória em Curitiba. Cerca de 100 bustos e estátuas e 90 painéis, de grande porte, estão expostos em agências bancárias do País, do exterior e em diversas empresas.

O artista ainda executou mais de 50 trabalhos para instituições públicas e, recentemente, exportou suas obras para outros países. João Moro possui o mais completo atelier particular de gravura do Paraná.

 

 

 

 

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