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Reinauguração da Concha Acústica é adiada para o dia 19 de setembro

Espaço terá projetos desenvolvidos pela Fundação de Cultura

Devido ao mau tempo, a Prefeitura de Ponta Grossa adiou a data da reinauguração da Concha Acústica Carlos Afonso Buch para o dia 19 de setembro. A entrega do espaço terá uma programação musical diversificada que começa às 11h e segue até as 19h, com participação da Orquestra Sinfônica Cidade de Ponta Grossa, Coro Cidade de Ponta Grossa, Banda-Escola Lyra dos Campos, Banda Asteroids, Instituto Sua Voz, Duo Ella, Banda Boogie Gang e Claudemir e Claudinei, além da presença de food trucks locais.

Executada pela Ueme Construção Civil, a obra teve início no dia 6 de maio deste ano, levando 120 dias para o término. O custo foi de R$ 134.711,56, oriundos do orçamento municipal. O forro do palco, alvo de um incêndio em junho de 2013, é o destaque da restauração, recebendo madeira tratada e nova iluminação. Além disso, na parte interna foi instalado piso novo e novas instalações elétricas, hidro-sanitárias e de combate a incêndio. A obra engloba também a pintura interna e externa do edifício e adaptações que promovem a acessibilidade. O projeto foi proposto pelas equipes da Secretaria Municipal de Planejamento e Instituto de Pesquisa e Planejamento Urbano de Ponta Grossa (Iplan), e analisado e aprovado pelo Conselho Municipal de Patrimônio Cultural (Compac).

Segundo o presidente da Fundação Municipal de Cultura, Paulo Eduardo Goulart Netto, a partir de agora o espaço irá receber diversas atividades artísticas e culturais. “Nossa ideia é criar uma atividade cultural contínua, para que a Concha Acústica se torne cada vez mais viva para a população, prevenindo os ataques de vandalismo e a depredação do local”, explica o presidente.

 

HISTÓRIA

A Concha Acústica localizada na Praça Barão do Rio Branco foi projetada pelo engenheiro e arquiteto ponta-grossense Carlos Bonfily e construída em 1938 pelo prefeito da época, Albary Guimarães. Em 1960, o espaço recebeu um anexo para abrigar a Banda-Escola Lyra dos Campos, denominado Maestro Paulino Martins Alves, que na época regia a banda. 

O palco da Concha Acústica já foi usado para comícios, apresentações culturais populares, ensaios da Banda Lyra, concentração para as fanfarras nos desfiles cívicos, sede da Rede de Alto Falantes (RAF) e até um posto médico. Depois que a Banda Lyra mudou de lugar, nos anos 80, a então Secretaria de Cultura e Educação usou o palco para o projeto Sexta às Seis, e a parte de baixo do palco serviu de depósito para a Casa do Artesão, que funcionava ao lado.Por meio da lei nº 11.119/2012, a Câmara Municipal de Ponta Grossa denominou de Carlos Afonso Buch a Concha Acústica. Em junho de 2013, o edifício foi atingido por um incêndio que provocou sua interdição. 

Foto: Marcelo Uczak/Skyscrapercity 

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